quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

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quinta-feira, 21 de maio de 2020

O dia em que reboquei um animal de 100Kg

O dia começava a nascer e já estava dentro de água com o meu amigo Pedro Rodrigues rumo ao primeiro spot. Durante o percurso comentei: "Se lá chego primeiro, já só me vais ver ao longe com um peixe". Foi com aceleração máxima que assim fiz e concretizei o desejo: no primeiro lançamento para o infinito com a minha saltiga matadora, e poucos segundos depois de começar a corricar, já tinha ferrado um robalote jeitoso. Uma luta engraçada, ainda presenciada pelo meu Amigo, que sorriu! Tem ouvido tanta história e visto tão pouco peixe... Ahahahahah!
Com um início tão auspicioso, esperavamos o melhor. Na realidade, não tardou em dar sinal o segundo. O Pedro ferra um peixe, que deu duas toladas e foi dar uma volta. Paciência! Andam por lá e em quantidade! Pouco tempo depois, mais uma ferragem, desta vez com direito a captura, num vinil! Este "Rookie" está on fire!


O dia era claramente bom e o peixe colaborava a sério. Em menos de 15 minutos tínhamos livrado a grade e antevia-se uma jornada memorável.



Infelizmente, o Pedrão colocou mal o pé e fez uma rotura dos gémeos, que nos obrigou a dar a pesca por terminada. Como se já não bastasse esse infortúnio, no regresso ao areal vim literalmente a rebocar o Pedro pelo capuz enquanto ele se deixava flutuar. Mais do que os dois peixes, lembrar-me-ei destas peripécias como o dia em que reboquei um animal de 100Kg!

As melhoras para o Pedrão e que regresse depressa, pois o peixe anda aí e com fartura! 

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Desconfinando...

"Arms wide open with the sea as his floor, oh power oh!" - Pearl Jam, Given to fly



Nunca esta música soou tão a propósito. Temos vindo a ser privados de estar onde e com quem gostamos. É uma imperiosidade, por nós, por todos.
Deixamos de privar com Pais, Avós (quem tem a felicidade de os ter), Amigos. Contudo, a tecnologia deu alguma ajuda no sentido de aproximar os fisicamente mais distantes, mas jamais permitirá colmatar a falta de um abraço ou de um beijo... jamais substituirá uma brisa que nos afague o rosto (e a alma), o cheiro da maresia, o sabor salgado de uma onda.

Aos poucos vamo-nos desconfinando... e que bem que sabe!

Voltar a sentir o mar como chão, com os braços abertos para receber a liberdade suspensa em (quase) toda a sua plenitude é, de facto, uma sensação de grande poder!