sábado, 28 de julho de 2012

King Petas - o profeta

Depois de 30 longas horas de trabalho, com curtos sonos mal dormidos e muito cansaço acumulado, só mesmo o King Petas para me convencer a sair de casa para ir pescar! Contrariamente ao que é habitual, o João chegou a minha casa estranhamente optimista. Ele que normalmente tem teorias rebuscadas para todo e qualquer insucesso na pesca, desta vez apareceu reinventado, feito profeta, com a fezada que hoje era dia!
A mim só me deu para rir, pois nem sabia a que horas era a maré, não sabia o estado do mar nem do vento, estava (e ainda estou) todo roto e, resumindo, sem chances de ter fé... Limitei-me a acompanhar o meu Amigo com a única certeza que seria um fim de tarde relaxante de que estava a precisar. Pelo caminho, enquanto o João insistia que íamos os dois tirar peixe e fazer uma "lingada à chupetinha", até lhe garanti que todo e qualquer peixe que tirasse era para ele!
Chegados à praia, o tempo era o que mais me agrada para pescar: com o fim do dia o vento tinha caído e soprava apenas uma leve brisa de Sul, o mar não estava nem pequeno nem grande - estava no ponto - e uma névoa a pouco e pouco foi-nos envolvendo.
Estava satisfeito por fazer parte daquele cenário que, por si só, já era tudo o que precisava. O King se já ia maluco, nesta fase já se espumava enquanto fazia os primeiros lançamentos só com uma chumbeira para esticar a linha.
Fomos caminhando pela praia e fazendo uns lançamentos até ao spot onde queríamos investir, sempre com os nossos saltões nervosos a percorrer a superfície. Pouco tempo depois de chegarmos ao local pretendido,  um pescador a escassos metros ao lado assobia com um peixe acabado de pescar na mão. Tinha-o pescado com um jerkbait e fez-nos repensar a nossa estratégia. Eu só levava um jerkbait no meio de um porta-amostra cheio de passeantes e... lá teve que ser! Eheheheheh! Graças à ajuda daquele amigo, lá fizemos a nossa pesquinha! Em menos de 45 minutos pusemos 4 robalos a seco (2 para cada um). Nenhum peixe de grande porte, mas com boas sensações proporcionadas por um spot complicado, com muitas pedras, correntes marcadas e forte escoa. 


Estava cada vez mais escuro e sugeri ao João que parassemos um pouco para fazer as fotos da praxe com os peixes enquanto a luz ainda o permitia. Assim fizemos.



Finda a sessão fotográfica e com a fé renovada, afirmei convictamente: "Vou já tirar outro no primeiro lançamento e virar o placar a meu favor"! Eheheheh! Não foi no primeiro, mas foi no segundo. Uma pancada forte seguida de ferragem e o João ainda viu o peixe a rebolar na superfície depois da minha exclamação. Trouxe o peixe até à escoa onde, para mal dos meus pecados, já com meio peixe dentro e meio fora de água, a amostra se soltou na nossa direção e o maior robalo da jornada (tetravô dos dois maiores pescados pelo King! Kakakakaka!) se pôs ao fresco!


Apesar deste infortúnio, foi mais um fim de tarde excelente na companhia do Profeta (pelo menos por um dia) João - King Petas!
Por fim, ainda fez questão de dividir os peixes irmãmente comigo: 1 grande e 1 pequeno para cada um, sendo que os meus dois foram os mikis da jornada!
Obrigado King!

Amanhã (daqui a umas horitas) há mais e desta vez só vai faltar o Xinante e o Cotinha! 
BAIIIIII TUUUUUUUUDOOOOOOOOOOO! 

Abraço e boas pescas!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Dia do Manco

Ora bem, gostava de começar por referir que como estreia aqui neste mítico local de referência ao nível da pesca, denominado - Robalos Hot Spot, vou lançar uma pergunta que muitas vezes penso que motiva algumas reflexões no universo da pesca:
- Qual será o aspecto mais importante na pesca a sorte ou a competência de um indíviduo?
Vão pensando nisso e entretanto inicio o meu relato:

Quis o destino que finalmente neste último domingo tenha conseguido concretizar o meu regresso a uma actividade que, muito embora esteja longe de dominar, é sempre garante de diversão e tempo bem passado. Desta forma às 6h20min deste domingo e lá estavam os mestres Esticoin e Sr. José à porta de minha casa para iniciarmos uma jornada épica de convívio e porque não de pesca. As minhas presenças de tão escassas e raras por norma até nem dão grande sorte a quem me acompanha, mas será que desta vez foi assim? Como sempre o meu cunhado estava com uma grande “fezada”, descrito por ele normalmente como uma inevitabilidade e passo a citar: “hoje vai ser sempre a dar-lhes na bouche” assim como “...grande prof. xina hoje vais tirar uns grandes tarolos..”. Ora bem e com esta esperança e motivação avisamos o grande Serginho que íamos a caminho. Em 15 minutos chegamos ao destino e no carro prontinho a seguir viagem estava o artista. Fizemos a transferência do material e seguimos viagem. Em pouco mais de 30minutos  chegamos a S.Jacinto e aproveitamos a viagem para colocar a conversa em dia e definir o plano de acção para a actividade que se seguia. Reforço alimentar realizado e chegados à praia iniciamos os cerca de 2,0km que nos separam do local do “crime” a pé e com boa disposição lá fomos sempre na conversa. Esta distância mesmo realizada pela praia foi rápida (cerca de 30minutos) e lá estavamos nós, escolhemos o local e toca a “montar” a tenda. Eu acabei por “colar-me” ao meu cunhado e estando todos muito perto, para poder destrocar na pescaria e não só lá iniciamos o ataque. Ao contrário do que se possa pensar o mais experiente em prova foi o mais rápido e quando estavamos ainda na preparação já o Sr.José tinha tirado o primeiro exemplar, o que seria o presságio do que se seguiria, com o Sr. José a conquistar a “camisola amarela” e a não mais a largar até ao final. O Esticoin respondeu e depois foi o meu batismo de fogo com um sargo a mostrar-me sensações até agora só “ouvidas” e lidas. 


O Serguei não demorou muito igualmente a faturar e assim foi acontecendo ao longo do tempo, com o camisola amarela a conseguir o maior número de peixes e um leque bem variado. Pelo meio ainda houve tempo para assitir ao banho do Esticoin nas águas geladas, onde ao longo da manhã foram sendo semeadas várias chumbeiras e anzóis nas pedras dos pesqueiros. Por volta das 12h30min acabamos por decidir ir tentar a sorte no “pesqueiro das douradas”, onde há bem pouco tempo atrás o grande prof. Cucs foi feliz. Pois bem mais uma vez o Sr. Cruz inaugurou o marcador com um inesperado robalo e para surpresa geral eu consegui tirar uma bela dourada pouco depois.



À semelhança do que aconteceu antes o Esticoin foi o rei “dos postes”, já que lhe fugiram 2 belas douradas (qual bola no poste) que teriam dado alguma justiça a todo o trabalho desenvolvido pelo mesmo no apoio ao cunhado. De facto, apesar do Sr. José ter demonstrado um momento de forma fulgurante e verdadeiramente imparável, o Esticoin foi claramente o rei da montagem de tensos, iscadas e ajudas técnicas na minha pescaria. Para além disto o que mais me impressionou e alegrou foi ver a satisfação extrema, em todos eles, sobretudo no Esticoin, pelo facto de eu finalmente me estrear com exemplares bem aceitáveis. O espírito de grupo, a alegria e o convívio são de facto aspectos que tornam este dia verdadeiramente inesquecível, histórico em termos de pesca para mim, mas sobretudo um dia a recordar, com várias histórias para contar aos familiares e amigos. No final e depois de tudo arrumado encetamos mais uma “verdadeira marcha”, com ritmo quase militar de regresso ao carro. Mais uma vez os índíces físicos revelaram-se bem aceitáveis tendo em conta o desgaste, o material a ser transportado e a tipologia do terreno a percorrer. 


Depois da foto da praxe o vencedor do dia acabou por liderar mais uma vez o almoço/lanche e assumir a liderança no almoço, assumindo o papel de líder até no pagamento. Recuperados os líquidos e energias perdidas e depois de mais um excelente repasto encetamos a viagem de regresso. Pelo caminho assisti a um fenómeno que comprova a tarimba e nível dos pescadores que me acompanharam, um verdadeiro festival de cumprimentos e acenos que o nosso carro foi alvo, cada vez que cruzavamos uma zona com pescadores. São muitos anos a enganá-los...lololol
Foi um belo dia na companhia de 3 espectaculares pescadores e acima de tudo grandes senhores da vida, que de facto tenho o privilégio de conhecer e conviver.
O meu muito obrigado ao Sr. José, Serginho Cucs e claro Pedro Esticoin.
Relativamente à pergunta inicial, feitas as contas, tal como o título ajuda a perceber eu acho que a sorte dá uma ajuda muita grande nesta actividade, mas sem a ajuda ténico-tactica de todos, mas muito em particular do José Pedro Esticoin Cruz, nada teria conseguido. A competência aliada à sorte é a melhor alternativa e foi a última que acabou por diferenciar o resultado destes 3 fantásticos pescadores que me acompanharam. O Sr. José arrasou com todos, e foi o grande vencedor da jornada, mas o Manco ainda deu um pouco de luta no que diz respeito ao calibre dos espécimes capturados...ololo. Foi claramente “Dia do Manco”, e para que não fiquem dúvidas o Manco sou Eu -  Xinante Atmosférico.


Abraços a todos os seguidores deste magnifico blog.
MAI NADA!
Xinante Atmosférico

sábado, 14 de julho de 2012

Não tinha muito a perder!

Não sou muito de modas. Em nada. Nem na pesca. 
Gosto de andar à vontade e de me sentir confortável. Faço as minhas escolhas e tenho as minhas preferências. Não gosto que me impinjam nada, nem gosto de impingir nada a ninguém. Não tenho problemas em experimentar algo e admitir que me enganei na escolha. Admiitir um erro e mudar não é vergonha! Quando me iniciei no spinning, não havia a informação que (felizmente) há hoje. Comecei por adquirir material barato para experimentar - o material e a pesca. Depois dos primeiros robalos com amostras, o vício da pesca que já tinha foi exponenciado pelo spinning! Desde então já experimentei muito material e guardo muita coisa na gaveta... boas e más escolhas (para mim), que têm pelo menos um lugar histórico no livro de recordações. O passado não se escreve só a cores... 
Por vezes, há escolhas que até nem foram grandes escolhas, mas que culminaram em grandes resultados. É o caso flagrante de um dos primeiros conjuntos que adquiri - cana Ilicium Team de 2,70m e carreto Twin Power 3000. Com este conjunto "ultra light", sem saber ler nem escrever, capturei o meu maior robalo até hoje! Quem segue este blogue deve lembrar-se do vídeo dessa captura, que foi deveras inesquecível e muito provavelmente irrepetível, já que só com muita sorte ganharia outra luta a um exemplar do mesmo porte com aquele equipamento e aquelas condições de mar. Não se trata de falsa modéstia, mas uma convicção sincera.

Andava há mais de um mês a gradar... roubaram-me o Stella SW... e era Sexta-feira 13... não tinha muito a perder! Kakakakaka! Fui ao fundo do baú buscar a Ilicium Team (que por vezes ainda uso para pescar com passeantes com mar calmo e em spots fáceis) e o Twin Power 3000 (que estava há muito no porta-carretos da cana de bóia) e lá fui com o meu Amigo King John a um dos meus spots preferidos.
A ideia inicial era pescar ao nascer do dia, por volta das 5 da manhã, mas o cansaço fez adiar essa vontade até à tarde. Entretanto, o mar e o vento cresceram e a chuva chegou! Que belas condições para material "ultra light"!... O que me confortava era pensar que (as outras opções que tinha) o carreto technium 5000 FA estava quase sem linha e o Stella 6000 FA naquela cana seria um antêntico rochedo! LOL ...Mas bem que podia ter levado uma caninha mais forte! Paciência! Já que ali estava, tinha era que disfrutar do momento! 
Depois de 3 horas de "fisioterapia" ao corpo e à alma, que pelo menos foram mais suaves para o corpo devido ao baixo peso do conjunto, acabei por ter uma grande alegria! Da pedra onde estava a lançar para Sul (contra o vento), arrisquei lançar para Oeste. A amostra caiu na água logo atrás de uma vaga de mais de 2 metros. Entre o lançamento e o início das primeiras maniveladas só tive tempo de correr uns metros para trás para diminuir o impacto da onda na rocha e sobre mim. Mal estico a linha, o drag dispara! É certo que o tinha (propositadamente) bem aberto, não fosse ferrar um peixinho de maior porte naquele mar bruto, mas nos primeiros instantes acreditei que podia bem ser um desses. O spot era complicado, sem espaço para erros e não me deixava dar grandes abébias. Cana ao alto e muita força na escoa ainda sem ver o peixe... Mal me apercebo que é pequeno, aproveito a vaga seguinte e meto-o aos meus pés corricando a 100 à hora (é que o ratio é incomparável com o que estava habituado!).
Pode parecer exagerado por ser um robalo pequeno, mas há muito que não tinha tanta emoção a apanhar um peixe! Foi ESPETACULAR!


Apesar da felicidade, esta captura reforçou a minha convicção acerca deste conjunto: se era um peixe grande, naquelas condições, nem que me borrasse todo o tirava! Kakakakaka! Ou se calhar tirava... um em cem... como o outro! Kakakakaka! Prefiro nem imaginar se hoje tinha ferrado um novo recorde e o perdia...

Gosto de meditar sobre a pesca, sobre as minhas opções. Tentar melhorar, sentir-me mais confiante e confortável. Sem dúvida que este conjunto terá sempre lugar no meu baú e nunca ganhará pó... mas para usar noutras circunstâncias. A ter de desiquilibrar as probabilidades na luta com um peixe, prefiro fazê-lo a meu favor, com um carreto com um ratio maior, com mais força e com uma cana mais comprida que me permita fugir melhor aos obstáculos e içar um bom peixe se for preciso. São gostos, os meus gostos... e gostos não se discutem...

Há alguns anos estava na tal "moda" as canas cotonetes e os carretinhos de achigã, quase como agora está na moda o "light rock fishing" (LRF). Não estou contra elas, apenas não as sigo. Definitivamente, não estou inclinado para as "modas" como não estou para nada "light" quando a pesca se dirige ao maior predador da nossa costa!

Abraço e boas pescas!
Pesquem confortáveis e divirtam-se! Não sejam ovelhas, não sigam rebanhos! ;)

El Dourada..

Pesca combinada há cerca de 1 semana, desta vez com objectivo definido na barra de S.Jacinto à procura dos sargos e douradas.
Na minha opinião, a pesca aos sargos estava à partida defraudada, pois estavamos proibidos de pescar no fim da barra pelas obras que por lá se fazem... ficou logo decidido que nos iriamos debruçar na pesca às douradas.
Chegado o grande dia, levanto-me às 7h para preparar tudo nas calmas... hora combinada, 8h. Entretanto, complicações pessoais inesperadas, comuniquei ao Zé Pedro que não ia dar para pescar. Ele já se encontrava à minha porta e lamentando a minha ausência, carregou a bicha de mar (tiagem) que tinha comprado no dia anterior. Rumou em direcção a S.Jacinto.
Fiquei em casa "roído" de raiva a lamentar a minha sorte, até que consegui resolver os meus problemas e ligo ao Zé, por volta das 10h30min,  comentando que se calhar até dava para ir lá.. ao que o Zé Pedro disse logo: "está um bocadinho de vento, mas anda daí Cuquinho". Não hesitei, fiz um pequeno lanche e parti a todo o gás, agora com a alma revigorada.
Chegui a S.Jacinto às 11h45min, telefonei ao reponsável do barco para efectuar a travessia, que me respondeu estar na hora de almoço e só fazia o transporte às 13h.. grande galo; pareceu que a minha sexta feira treze foi antecipada! A sorte foi ter a melhor padaria de S.Jacinto aberta (é a única do sitio... mas realmente boa), aproveitei para comer qualquer coisa e actualizei-me com uns jornais - deparei-me com o de sempre.. politicos bem intensionados e um mundo perfeito!
Encontrei o Zé Pedro e amigo (Rui Sá), que já pescavam desde as 10h, por volta das 13h30min.. tinham tido uns toquezitos e umas capturas de sarguetas devolvidas à Ria de Aveiro.
Mudamos de spot, onde quer eu quer o Zé tinhamos mais fezada para as douradas, e logo no primeiro lançamento tive um ataque fortíssimo na cana iscada com bicha de mar.. já la morava o peixe; foi só sacalo; uma bela dourada de aproximadamente 1Kg.


Níveis de confiança reforçados, com trocas sucessivas de isco (tinhamos caranguejo pilado, cazulo, navalha, bicha de mar, camarão e ameijoa branca), episódios esporádicos de pequenos toques compatíveis com "peixes baby`s".. até que o Rui ferrou outra dourada, mais pequena mas acima das 500g.
Ainda tive mais duas douradas ferradas, uma das quais de belo porte, atendendo à porrada que deu na minha frágil caninha, mas soltaram-se durante a viagem de reboque. Que peninha.
Continuamos a pescar; fizemos o fim da vazante e inicio da enchente (de acordo com os melhores mestres, a melhor maré) sem sucesso.. não encontramos em abundância a tão desejadas "El Douradas".

Acima de tudo valeu pela camaradagem e pela possibilidade de conhecer um velho amigo do Zé que tem o mesmo gosto pela pesca.. amigo do meu amigo é meu a amigo também!

Fica a vontade de lá voltar com a esperança que vai ser melhor!


domingo, 8 de julho de 2012

Ladrões, desonestos e mentirosos

Depois de um mau dia em cheio
Veio um amigo do alheio
Que gostou do meu Stella
E com ele foi de vela!

Já não se pode olhar para o lado
Há um larápio em cada esquina
Maldito oh triste fado
E o carreto na latrina!

Sou roubado todos os dias
Por um Estado incompetente
Há tantas mãos fugidias
Já nem na Pesca é diferente!

Ladrões, desonestos e mentirosos
Abundam como nunca se viu
Dedico-vos estes versos mal-cheirosos
Vão pr'á p... que vos pariu!

terça-feira, 3 de julho de 2012

DODOT

Dai Beleza! Pois é amizade! Já não sei mais o que dizer, mas as fraldas do meu filho Dinis "Urubuzinho" dão sorte pá chu-chu! kakakakakakakakaka! Partilho mais uma pescaria desta vez sozinho neste final da tarde de hoje cheio de xixi.


Aquele abraço!
Urubas

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Robalo de S. Pedro

Boas!
Foi mais uma manhã em grande com o meu amigo Jorge e para não variar uma grande falha do Pedro e João "King Petas" :)! Lá tive de manter a tradição e continuar a apanhar o meu!
O Jorge atrasou-se uns minutos, mas lá chegou a tempo de pescar. Desta vez foi mesmo ele que sugeriu o spot, onde já foi várias vezes contemplado com capturas de bom porte. Chegados ao pesqueiro, o mar nem estava muito mau, agora a água estava uma porcaria (para não dizer uma asneira), muito amarelada - não estava grande espiga para meter o saltão. Mas como ando com a mão quente não custa nada tentar e assim foi... Logo no 3º lançamento, após passar uma onda, o robalo das fotos atacou a amostra que nem deu para ver o reboliço!




O Jorge mais atrás de mim, aproximou-se logo para ajudar a apanhar o peixe. Ainda insistimos bastante no pesqueiro com as amostras de superficie e rapalas, mas era filho único! Ahahahahahahah!
Está mais que provado que quando eles andam lá é logo nos primeiros lançamentos e, por vezes, a água também não tem muita influência, como foi o caso. 
Abração!
Urubu